Câncer de pele no rosto, lábios, pescoço e couro cabeludo
O câncer de pele pode acometer diferentes regiões da cabeça e do pescoço, como rosto, lábios, pescoço e couro cabeludo. Em grande parte dos casos, apresenta alta chance de cura quando diagnosticado precocemente. No entanto, algumas localizações exigem atenção especial devido ao risco de diagnóstico tardio ou impacto funcional e estético.
Reconhecer os sinais de alerta e entender quando buscar avaliação médica é fundamental.
Quais são os principais sintomas e sinais de alerta?
O câncer de pele no rosto, lábios, pescoço e couro cabeludo pode se manifestar de diferentes formas. Alguns sinais merecem atenção especial, principalmente quando persistem por semanas ou apresentam crescimento progressivo:
- • Ferida na pele ou no lábio que não cicatriza
- • Crostas recorrentes ou sangramento espontâneo
- • Lesão que aumenta de tamanho ou muda de aspecto
- • Mancha avermelhada, esbranquiçada ou escurecida, com bordas irregulares
- • Nódulo endurecido na pele ou no lábio
- • Coceira persistente ou sensação de queimação
- • Alteração de cor, forma ou relevo de uma pinta
- • Lesões no couro cabeludo que passam despercebidas e não cicatrizam
Sobre o Dr. Vergilius Neto
CRM 161773 SP RQE 72030 RQE 68528
Cirurgião de Cabeça e Pescoço formado pela USP, com atuação nos dois principais hospitais-escola da Universidade (HCFMUSP e HU-USP). Médico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), com experiência em cirurgias oncológicas de alta complexidade.
- Médico Assistente do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
- Médico Assistente do Departamento de Clínica Cirúrgica do Hospital Universitário da USP
- Preceptor da Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (2018)
- Estágio como médico observador no Dep. de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. The University of Texas MD Anderson Cancer Center, MDACC, Houston, Estados Unidos (2017)
Qual a importância do diagnóstico precoce e qual especialista procurar?
O diagnóstico precoce do câncer de pele no rosto, lábios, pescoço e couro cabeludo é fundamental, pois aumenta significativamente as chances de cura e permite tratamentos menos agressivos, com menor impacto funcional e estético. Além disso, reduz o risco de disseminação da doença e contribui para melhor recuperação e qualidade de vida.
O cirurgião de cabeça e pescoço é o especialista indicado para avaliar e tratar esses tumores, especialmente quando acometem regiões da face, lábios e pescoço. Em alguns casos, o tratamento pode ser realizado de forma multidisciplinar, com a participação de outros especialistas, conforme a necessidade.
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Câncer de pele no rosto é grave?
Depende do tipo de câncer, da sua localização no rosto e do estágio da doença no momento do seu diagnóstico.
A maioria dos cânceres de pele no rosto tem alta chance de cura quando diagnosticada precocemente.
Câncer de pele no rosto sempre precisa de cirurgia?
Na maioria dos casos, sim. A cirurgia costuma ser o tratamento mais eficaz, e deve ser realizada sempre pensando na cura e na preservação estética da melhor forma possível.
Principais Dúvidas
Sim. Feridas no lábio que não cicatrizam em 3 a 4 semanas, sangram ou formam crostas recorrentes devem ser avaliadas, especialmente no lábio inferior.
Não. Embora o herpes seja comum, feridas no lábio que não cicatrizam, não doem ou persistem por semanas não devem ser atribuídas automaticamente a herpes e precisam de avaliação médica por especialista.
Sim, o tabagismo pode ser um fator de risco para câncer de lábio. No entanto, o principal fator de risco é a exposição solar, de forma parecida com o que ocorre com o câncer de pele. Por conta disso, o local mais frequente de câncer de lábio é o lábio inferior. O câncer de pele, assim como o câncer de lábio, é mais frequente em pessoas com exposição solar crônica, pele clara e idade mais avançada.
Pode ser, uma vez que lesões no couro cabeludo costumam ser diagnosticadas de forma mais tardia, porque podem ficar ocultas pelo cabelo, e podem também ter comportamento mais agressivo, a depender do tipo histológico do câncer.
Sim. Casos mais avançados de câncer de lábio têm alta probabilidade de disseminação para os linfonodos cervicais e podem exigir, além do tratamento do lábio, uma cirurgia no pescoço, chamada de “esvaziamento cervical”, que é a cirurgia de dissecção e retirada dos linfonodos do pescoço.
Muitas vezes não. Com frequência as lesões são indolores, mas crescem, coçam ou podem sangrar. Por vezes, elas são completamente assintomáticas, o que pode atrasar o diagnóstico.
Sim. O lábio inferior é o mais acometido devido à maior exposição solar ao longo da vida.
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Dr. Vergilius J. F. Araujo Neto
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